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    Significance and Use

    5.1 A temperatura do ponto de fulgor é uma medida da tendência do espécime de ensaio em formar uma mistura inflamável com o ar sob condições laboratoriais controladas. É apenas uma das várias propriedades que devem ser consideradas na avaliação do risco geral de inflamabilidade de um material.

    5.2 O ponto de fulgor é usado nos regulamentos de transporte e segurança para definir materiais inflamáveis e combustíveis. Deve-se consultar o regulamento específico envolvido para definições precisas dessas classificações.

    5.3 Estes métodos de ensaio devem ser usados para medir e descrever as propriedades de materiais, produtos ou montagens em resposta ao calor e a uma fonte de ignição sob condições laboratoriais controladas e não devem ser usados para descrever ou avaliar o risco de incêndio ou de fogo de materiais, produtos ou montagens em condições reais de incêndio. No entanto, os resultados destes métodos de ensaio podem ser utilizados como elementos de avaliação de risco de incêndio que levem em conta todos os fatores pertinentes para uma avaliação do risco de incêndio de um uso final específico.

    5.4 Estes métodos de ensaio oferecem os únicos procedimentos de ensaio de ponto de fulgor de vaso fechado para temperaturas acima de 370 °C (698 °C).

    1.1 Estes métodos de ensaio abrangem a determinação do ponto de fulgor de derivados de petróleos na faixa de temperatura de 40 °C a 370 °C por meio de um aparelho de vaso fechado manual Pensky-Martens ou de um aparelho automatizado de vaso fechado Pensky-Martens, e a determinação do ponto de fulgor do biodiesel na faixa de temperatura de 60 °C a 190 °C por meio de um aparelho de vaso fechado automatizado Pensky-Martens.

    OBSERVAÇÃO 1 – podm ser realizadas determinações do ponto de fulgor acima de 250 °C, no entanto, a precisão determinada acima dessa temperatura não foi determinada. Para combustíveis residuais, a precisão não foi determinada para pontos de fulgor acima de 100 °C. A precisão de óleos lubrificantes em uso não foi determinada. Algumas especificações indicam um ponto de fulgor mínimo de D93 abaixo de 40 °C, no entanto, a precisão não foi determinada abaixo dessa temperatura.

    1.2 O procedimento A aplica-se aos combustíveis destilados (diesel, misturas de biodiesel, óleo de aquecimento, combustíveis de turbina), óleos lubrificantes novos e em uso e outros líquidos de petróleo homogêneos não incluídos no escopo do procedimento B ou do procedimento C.

    1.3 O procedimento B aplica-se a óleos combustíveis residuais, resíduos diluídos, óleos lubrificantes usados, misturas de líquidos de petróleo com sólidos, líquidos de petróleo que tendem a formar uma película na superfície sob condições de ensaio ou líquidos de petróleo com viscosidade cinemática tamanha que não são aquecidos uniformemente sob as condições de agitação e aquecimento do procedimento A.

    1.4 O procedimento C aplica-se ao biodiesel (B100). Como é difícil observar o ponto de fulgor de álcool residual em biodiesel por meio de técnicas de ponto de fulgor manuais, consideramos adequado o uso de aparelho automatizado com detecção eletrônica do ponto de fulgor.

    1.5 Esses métodos de ensaio aplicam-se à detecção de contaminação de material relativamente não volátil ou não inflamável com material volátil ou inflamável.

    1.6 Os valores definidos no sistema internacional de unidades (SI) devem ser considerados padrão.

    1.6.1 Exceção – os valores informados entre parênteses são apenas para fins informativos.

    OBSERVAÇÃO 2 – uma prática comum nos padrões de ponto de fulgor por muitas décadas tem sido usar como alternativa um termômetro em escala C ou F para medir a temperatura. Embora as escalas sejam próximas em incrementos, elas não são equivalentes. Como o termômetro de escala F usado neste procedimento é graduado em incrementos de 5 °F, não é possível lê-lo no incremento equivalente a 2 °C de 3,6 °F. Portanto, para fins de aplicação do procedimento do método de ensaio para termômetros com escala de temperatura separada, deve-se usar diferentes incrementos. Neste método de ensaio, o seguinte protocolo foi adotado: Se o objetivo for um equivalente convertido da temperatura, ela aparecerá entre parênteses seguida da unidade do Sistema Internacional (SI), por exemplo, 370 °C (698 °F). Se o objetivo for uma unidade racionalizada da temperatura para a escala alternativa, ela aparecerá depois de "ou", por exemplo, 2 °C ou 5 °F.

    1.7 Esta norma não pretende abordar todas as preocupações de segurança, se houver, associadas à sua utilização. É responsabilidade do usuário desta norma estabelecer práticas apropriadas de saúde, segurança e meio ambiente e determinar a aplicabilidade das limitações regulatórias antes do uso. Para declarações de advertência específicas, consulte 6.4, 7.1, 9.3, 9.4, 11.1.2, 11.1.4, 11.1.8, 11.2.2 e 12.1.2.

    1.8 Esta norma internacional foi desenvolvida de acordo com os princípios internacionalmente reconhecidos sobre padronização estabelecidos na Decisão sobre os Princípios para o desenvolvimento de normas, guias e recomendações internacionais emitidos pelo Comitê de Obstáculos técnicos ao comércio (TBT) da Organização Mundial do Comércio.