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    ASTM D5191 - 20

    Método de ensaio padrão para Pressão de vapor de derivados de petróleo e combustíveis líquidos (método mini)

    Active Standard ASTM D5191 Developed by Subcommittee: D02.08

    Book of Standards Volume: 05.02


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    Significance and Use

    5.1 Vapor pressure is a very important physical property of volatile liquids.

    5.2 The vapor pressure of gasoline and gasoline-oxygenate blends is regulated by various government agencies.

    5.3 Specifications for volatile petroleum products generally include vapor pressure limits to ensure products of suitable volatility performance.

    5.4 This test method is more precise than Test Method D4953, uses a small sample size (1 mL to 10 mL), and requires about 7 min to complete the test.

    1.1 Este método de ensaio abrange o uso de instrumentos de pressão de vapor automatizados para determinar a pressão de vapor total exercida no vácuo por derivados de petróleo e combustíveis líquidos voláteis contendo ar, incluindo combustíveis automotivos de ignição por faísca com ou sem oxigenados e com misturas de etanol até 85% (fração volumétrica) (consulte a Observação 1). Este método de ensaio é adequado para testar amostras com pontos de ebulição acima de 0 °C (32 °F) que exerçam uma pressão de vapor entre 7 kPa e 130 kPa (1,0 psi e 18,6 psi) a 37,8 °C (100 °F) em uma relação de vapor para líquido de 4:1. As medições são feitas em tamanhos de amostra líquida na faixa de 1 ml a 10 ml. Não há registro de água dissolvida na amostra. OBSERVAÇÃO 1 – a precisão (consulte a Seção 16) utilizando recipientes de 1 l foi determinada em um estudo interlaboratorial (ILS) de 2003; a precisão com recipientes de 250 ml foi determinada no ILS 2016. OBSERVAÇÃO 2 – as amostras também podem ser testadas em outras relações de vapor para líquido, temperaturas e pressões, mas a precisão e as indicações de desvio, não precisam se aplicar.OBSERVAÇÃO 3 – os estudos do ILS realizados em 1988, 1991, 2003 e 2016 para determinar as declarações de precisão no Método de ensaio D5191 não incluíram nenhum óleo cru nos conjuntos de amostras. O Método de ensaio D6377, bem como o IP 481, demonstraram ser adequados para medições de pressão de vapor de óleos crus.

    1.1.1 Algumas misturas de gasolina-oxigenado podem demonstrar uma névoa quando resfriadas de 0 °C a 1 °C. Se for observada névoa em 8.5, ela deverá ser indicada ao informar os resultados. A precisão e as indicações de desvio para amostras com névoa não foram determinadas (consulte a Observação 15).

    1.2 Este método de ensaio é adequado para o cálculo do equivalente de pressão de vapor seco (EPVS) de misturas de gasolina e gasolina-oxigenado, por meio de uma equação de correlação (consulte a Eq. 1 em 14.2). O EPVS calculado aproxima-se muito da pressão de vapor seco que seria obtida no mesmo material quando testado pelo Método de ensaio D4953.

    1.3 Os valores indicados no sistema internacional de unidades (SI) devem ser considerados como padrão. Os valores entre parênteses após as unidades SI são fornecidos somente para fins informativos e não são considerados padrão.

    1.4 AVISO – o mercúrio foi classificado por muitos órgãos reguladores como um material perigoso que pode causar danos ao sistema nervoso central, aos rins e ao fígado. Mercúrio, ou seu vapor, demonstrou ser perigoso para a saúde e corrosivo para materiais. Tenha cuidado ao manusear mercúrio e produtos contendo mercúrio. Consulte a Ficha de dados de segurança do material aplicável (FISPQ) para obter para mais informações. A venda de mercúrio e/ou de produtos contendo mercúrio em seu estado ou país pode ser proibida por lei local ou nacional. Os usuários devem determinar a legalidade das vendas em sua instalação.

    1.5 Esta norma não pretende abordar todas as preocupações de segurança, se houver, associadas à sua utilização. É responsabilidade do usuário desta norma estabelecer práticas apropriadas de saúde, segurança e meio ambiente e determinar a aplicabilidade das limitações regulatórias antes do uso. Para ver declarações de aviso de segurança específicas, consulte de 7.2 a 7.8.

    1.6 Esta norma internacional foi desenvolvida de acordo com os princípios internacionalmente reconhecidos sobre padronização estabelecidos na Decisão sobre os Princípios para o desenvolvimento de normas, guias e recomendações internacionais emitidos pelo Comitê de Obstáculos técnicos ao comércio (TBT) da Organização Mundial do Comércio.