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    Significance and Use

    5.1 O valor do resíduo de carbono do queimador de combustível serve como estimativa aproximada da tendência do combustível de formar depósitos nos queimadores com base tipo trempe e tipo bocal cilíndrico. Do mesmo modo, desde que não haja nitratos alcalinos presentes (ou, se houver, desde que o ensaio seja realizado no combustível base sem aditivo), o resíduo de carbono do combustível diesel corresponde aproximadamente aos depósitos na câmara de combustão.

    5.2 O valor do resíduo de carbono do óleo para motor, embora já tenha sido considerado um indicativo da quantidade de depósitos carbonáceos que um óleo para motor formaria na câmara de combustão, tem atualmente uma importância questionável devido à presença de aditivos em muitos óleos. Por exemplo, um aditivo detergente para formação de cinzas pode aumentar o valor do resíduo de carbono de um óleo, mas geralmente reduzirá sua tendência a formar depósitos.

    5.3 O valor do resíduo de carbono do gasóleo é útil como guia na produção de gás a partir de gasóleos, enquanto os valores de resíduo de carbono de estoques brilhantes, cilindros e resíduos de óleo cru são úteis na fabricação de lubrificantes.

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    1.1 Este método de ensaio abrange a determinação da quantidade de resíduo de carbono (Observação 1) deixada após evaporação e pirólise de um óleo e destina-se a fornecer alguma indicação de propensão relativa à formação de coque. Este método de ensaio é aplicável geralmente a derivados de petróleo relativamente não voláteis, que se decompõem parcialmente na destilação com pressão atmosférica. Derivados de petróleo que contenham constituintes formadores de cinzas conforme determinado pelo método de ensaio D482 ou método IP 4 terão um resíduo de carbono erroneamente alto, dependendo da quantidade de cinzas formadas (Observação 2 e Observação 4).

    OBSERVAÇÃO 1 – o termo resíduo de carbono é usado ao longo deste método de ensaio para designar o resíduo carbonoso formado após a evaporação e pirólise de um produto petrolífero nas condições especificadas neste método de ensaio. O resíduo não é composto inteiramente de carbono, mas é um coque que pode ser alterado posteriormente pela pirólise. O termo resíduo de carbono é sustentado neste método de ensaio apenas em consideração ao seu amplo uso comum.

    OBSERVAÇÃO 2 – os valores obtidos por este método de ensaio não são numericamente os mesmos daqueles obtidos pelo método de ensaio D524. As correlações aproximadas foram derivadas (ver Fig. X1.1), mas não precisam ser aplicadas a todos os materiais que podem ser ensaiados, pois o ensaio de resíduos de carbono é aplicado a uma grande variedade de derivados de petróleo.

    OBSERVAÇÃO 3– os resultados do ensaio são equivalentes ao método de ensaio D4530, (ver Fig. X1.2).

    OBSERVAÇÃO 4 – no combustível diesel, a presença de nitratos de alquila, como nitrato de amilo, nitrato de hexilo ou nitrato de octilo, causa um maior valor de resíduo do que o observado no combustível não tratado, o que pode levar a conclusões errôneas quanto à propensão de formação de coque do combustível. A presença de nitrato alcalino no combustível pode ser detectada pelo Método de ensaio D4046.

    1.2 Os valores indicados no sistema internacional de unidades (SI) devem ser considerados como padrão. Nenhuma outra unidade de medida está incluída nesta norma.

    1.3 AVISO – o mercúrio foi classificado por muitos órgãos reguladores como um material perigoso que pode causar danos ao sistema nervoso central, aos rins e ao fígado. Mercúrio, ou seu vapor, pode ser perigoso para a saúde e corrosivo para materiais. Deve-se ter cuidado ao manusear mercúrio e produtos contendo mercúrio. Consulte a ficha de dados de segurança do material aplicável (FISPQ) para obter detalhes e o site da EPA — http://www.epa.gov/mercury/faq.htm — para obter mais informações. Os usuários devem estar cientes de que a venda de mercúrio e/ou de produtos contendo mercúrio em seu estado ou país pode ser proibida por lei.

    1.4 Esta norma não pretende abordar todas as preocupações de segurança, se houver, associadas à sua utilização. É responsabilidade do usuário desta norma estabelecer práticas apropriadas de saúde, segurança e meio ambiente e determinar a aplicabilidade das limitações regulatórias antes do uso.

    1.5 Esta norma internacional foi desenvolvida de acordo com os princípios internacionalmente reconhecidos sobre padronização estabelecidos na Decisão sobre os Princípios para o desenvolvimento de normas, guias e recomendações internacionais emitidos pelo Comitê de Obstáculos técnicos ao comércio (TBT) da Organização Mundial do Comércio.